Uma visita virtual permite percorrer um espaço real a partir de um ecrã: olhar à volta, avançar de sala em sala, aproximar-se de uma obra. Não substitui estar lá. Mas abre a porta a quem não pode ir, e dá uma segunda vida a exposições que um dia fecham.

Como se faz

Tudo começa com fotografias panorâmicas de 360°. O espaço é fotografado a partir de vários pontos, com câmaras de 360° ou com uma câmara fotográfica num suporte que roda sobre si mesmo. As imagens são depois unidas digitalmente numa esfera contínua, uma por cada ponto de vista.

A seguir, os pontos ligam-se entre si. Setas ou marcadores permitem «caminhar» de um lugar para o outro, e pontos de informação acrescentam textos, imagens, áudio ou vídeo sobre as obras e a história do espaço.

Como se vê

  • No computador, arrastando a imagem com o rato.
  • No telemóvel ou tablet, movendo o aparelho: o giroscópio faz a imagem acompanhar o movimento.
  • Com óculos de realidade virtual, para uma experiência mais imersiva.

O que ganham os visitantes

Quem vive longe, quem tem mobilidade reduzida ou quem simplesmente quer preparar a visita pode conhecer o espaço antes, ou em vez, de lá ir. Para escolas, é uma forma de levar uma turma a um monumento sem sair da sala de aula.

O que ganham os museus e monumentos

As exposições temporárias custam meses de trabalho e desaparecem quando fecham. Uma visita virtual guarda-as e mantém-nas abertas ao mundo. Também chega a públicos que nunca fariam a viagem e pode tornar-se uma nova fonte de receita, quando o acesso é pago.

Experimente

Na nossa página inicial pode percorrer o Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, numa visita virtual 360°. Se gere um museu, galeria ou monumento e quer saber como pôr o seu espaço na Muzea, fale connosco.